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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

09
Nov20

Alimentação macrobiótica

(a minha experiência)

Mónica Lice

Chili Macrobiótico.jpg

 

Desde maio que passei a assumir uma alimentação vegan, essencialmente de base macrobiótica, aqui em casa.

 

Depois das restrições na alimentação, que o meu marido tinha por ser doente renal, em tratamentos de hemodiálise, tudo mudou no pós-transplante. Assim, a maior parte dessas restrições desapareceu e o que dantes era nocivo (verduras, cereais integrais, legumes e leguminosas) passou a ser desejável e bom.

 

Por tudo isso, percebi que tinha chegado o momento de por em prática o plano alimentar que eu há muito desejava, e que se incutiu em mim durante os anos de Faculdade, em que comia diariamente na Cantina Macrobiótica do ISCTE e que adorava a comida e o efeito dela em mim.

 

Claro que nos últimos tempos fui tentando incluir alguns pratos e alimentos vegan nos hábitos alimentares da família - pelo que produtos como o seitan, por exemplo, não eram propriamente novidade por aqui.

 

No entanto, foi desde março que o arroz integral passou a constar em mais de 80% das nossas refeições diárias, a juntar às leguminosas e a ingredientes tão versáteis quanto deliciosos, desde que bem cozinhados, como o tofu, o seitan e o tempeh.

 

Como ninguém nasce ensinada, e ainda não consegui frequentar aulas de culinária macrobiótica, tratei de me munir de alguns livros sobre o tema, com receitas e dicas sobre a Macrobiótica (essencialmente da família Varatojo, que será aquela que mais percebe sobre o tema no nosso país).

 

Tenho-me aventurado em novas receitas praticamente todas as semanas. Vou experimentando ingredientes novos e novas formas de cozinhar, e modo a conseguir variar bastante a alimentação, mas garantir que contem todos os nutrientes que nos são necessários.

 

O fruto das minhas experiências é muitas vezes partilhado por mim no Instagram. E uma das perguntas que mais me fazem passa por saber se as minhas filhas aprovam a escolha e também seguem a alimentação.

 

A resposta é sim - elas gostam de alguns dos pratos que faço. Mas não sou fundamentalista e, pontualmente, durante a semana, cozinho peixe para elas.

 

Carne não cozinho. Deixei de comprar. E, pessoalmente, também consumo peixe pontualmente, nomeadamente atum, porque gosto efetivamente do mesmo e de o colocar em pizzas.

 

E porque falei em pizzas por aqui, confesso que ainda consumimos manteiga e queijo. Por isso, não tenho uma alimentação 100% vegan - e vivo bem com isso. Só consumo lacticínios da minha terra (para mim, os melhores do mundo), mas bebo bebidas vegetais e não tenho tocado em leite de vaca (depois de vários anos a consumi-lo).

 

As minhas filhas ainda o bebem, da mesma forma que comem carne e peixe na escola. Acho que devem experimentar de tudo, mas tento que, em casa, se familiarizem ao máximo com uma alimentação de base macrobiótica e que gostem da mesma.

 

O que tenho sentido no meio deste processo? Para além de não aumentar de peso (desci até ligeiramente), sinto-me cheia de energia, e noto que os problemas intestinais que tinha pontualmente desapareceram.

 

Por tudo isso, recomendo, mesmo, que invistam em aprender um pouco sobre este tipo de alimentação vegan e, quem sabe, se aventurem na preparação de alguns pratos.

 

Aproveitem este tempo em que estamos mais tempo em casa para o fazer e acredito que vão ficar surpreendidas/os com os resultados...

 

Se quiserem começar, aqui ficam algumas receitas que costumo fazer muitas vezes:

Douradinhos de seitan

Mexidinho de Tofu

Bolo de Chocolate sem ovos (vegan)

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