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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

19
Jul17

3 documentários de moda para ver nas férias

Mónica Lice

Para quem gosta de ver um bom documentário, no "intervalo" das séries, deixo-vos com três sugestões, que vi mais ou menos recentemente, todas relacionadas com o mundo da moda.

 

Para além da temática em comum, as três fizeram-me aprender algumas coisas, o que acaba por tornar a experiência de visualização ainda mais interessante.

 

Encontrei as três no Netflix, mas imagino que as encontrem facilmente online, noutras plataformas.

 

The True Cost

Este documentário é um autêntico "murro no estômago", que nos leva a refletir e a pôr em causa o mundo do fast fashion e do consumo de roupa/acessórios desenfreado.

Confesso que, quando o vi, há mais de um ano, tomei a decisão de passar a comprar cada vez menos, privilegiando certos mercados em vez de outros. Claro que nem sempre é fácil cumprir isso mesmo, mas vale muito a pena ver este documentário e questionar uma série de coisas, percebendo como muitas peças são feitas e qual o caminho que percorrem até nos chegarem ao armário.

 

Captura de ecrã - 2017-06-26, 17.18.24.png

 

Iris

O documentário conta um pouco da história de vida de Iris Apfel, mostrando pormenores do seu dia-a-dia, passado e atual. Já aqui falei desta senhora, com noventa e vários anos, que continua a ser um ícone de moda, conhecida pela sua paixão por acessórios, e não só.

 

Captura de ecrã - 2017-06-26, 17.26.10.png

 

Casablancas

O mesmo conta, pela voz do próprio, a história de John Casablancas, o fundador da agência de modelos Elite. Permite-nos conhecer um pouco a evolução das agências, percebendo também, entre outras coisas, como foi criada a figura da supermodelo.

 

Captura de ecrã - 2017-06-26, 17.34.09.png

 

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15
Nov16

A história do verniz

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2016-11-12, 19.17.45.png

 

Nos dias que correm, o verniz faz parte da maquilhagem e já não concebemos o mundo da cosmética sem ele. No entanto, nem sempre foi assim. Como nasceu? É esta a resposta a que vou tentar responder, de seguida.

 

Olhando para trás, é curioso perceber que a tradição de pintar as unhas remonta ao Antigo Egipto (cerca de 3500 AC), numa altura em que se recorria ao poder corante da henna para as colorir. Ter unhas pintadas era sinónimo de estatuto social e, quanto mais escuras fossem, maior o poder (só os faraós e as suas famílias podia usar cores mais escuras).

 

Cléopatra, por exemplo, era conhecida por gostar e usar sempre um tom de vermelho escuro (obtido, por vezes, através de besouros esmagados - sim, leram bem - besouros...). E há até uma história, em jeito de lenda, que diz que ela terá proibido o uso desta cor por outras pessoas que não ela.

 

Captura de ecrã - 2016-11-12, 19.01.44.png

Claudette Colbert no papel de Cleópatra, em 1934.

 

 

Na Babilónia, a tradição de pintar as unhas manteve-se e até os soldados o faziam antes de ir para a batalha. No Império Chinês, pintar as unhas era normal, com cores que iam desde o dourado e o prateado, até ao vermelho e ao preto. Nessa altura, os vernizes eram feitos de misturas de plantas, cera de abelha, clara de ovo, gelatina, goma arábica e pétalas de flores.

 

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20
Out16

Trench-coat

Mónica Lice

trenchs.jpg

Há muitos anos atrás, era eu uma jovem, novinha, a viver nos meus Açores, que não perdia, por nada, o "86-60-86" (Alguém se lembra deste programa de tv?) - uma lufada de ar fresco, trazida todas as semanas pela Sofia Aparício, na RTP Açores, que me fazia sonhar com o universo da moda e, de certa forma, sentir-me um pouco mais perto dele.

 

Um dos episódios ficou-me marcado na memória - a apresentadora fazia uma incursão pela Feira da Ladra e mostrava como era possível encontrar ótimos achados e bons investimentos, dando, como exemplo, um casaco em pele, alegadamente comprado pela própria.

 

Anos mais tarde, e recém chegada a Lisboa, ainda sem conhecer bem os caminhos e as ruelas da capital, desloquei-me até ao Chiado de metro e, dali, procurei rumar com uma amiga, também das ilhas, a pé, até ao Campo de Santa Clara.

 

Lembro-me de termos pedido indicações a um polícia que, estranhando a pergunta, nos mandou seguir em frente, advertindo-nos a nunca nos metermos por becos, por serem perigosos... Convém abrir um parêntesis, para dizer que nos encontravamos em 1998, bem longe da febre turística pela qual Lisboa está a passar, e, à data, o Terreiro do Paço e toda a zona circundante, eram tudo menos convidativos a passeios...

 

Fomos andando, andando, até que, finalmente, depois de muito andar, chegamos à famosa Feira da Ladra. O meu objectivo? Comprar um casaco em pele, em segunda mão...

 

E foi assim que encontrei um recanto que vendia blusões e trench-coats em pele, em bom estado e a preços que, apesar de caros, me fizeram avançar, na mesma, na aquisição de um trench-coat de pele, preto e comprido, que não era bem do meu tamanho, mas era o mais aproximado que lá se encontrava.

 

Foi-se grande parte do dinheiro que tinha amealhado, como extra, para pequenos mimos nos primeiros tempos de Faculdade, mas valeu a pena...

 

O trench foi usado durante os 5 anos de curso e, ainda hoje, resiste no meu armário (qualquer dia, mostro-o num look). Ficou a história, gira, para contar, e uma peça que se mantém atual, como mostram as imagens, acima, tiradas das coleções para este outono-inverno.

 

Captura de ecrã - 2016-10-17, 18.00.53.png

 1. Trench La Redoute x Isabelle Thomas €229. 2. Trench Mango €169,99. 3. Trench Wanda Nylon (€919,70). 4. Trench Balmain (preço sob consulta).

 

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14
Jul16

Audrey Hepburn e Hubert Givenchy

Mónica Lice

 

Audrey Hepburn - com apenas 19 anos, e ainda no início da carreira, procura Hubert Givenchy para, com ele, escolher parte do guarda-roupa do seu próximo filme, Sabrina.

 

A Casa de Moda francesa estava a dar os primeiros passos e, na altura, a meio da preparação de mais uma coleção, o criador estranhou o desejo da jovem (até então pouco conhecida) e disse-lhe que não a podia vestir.

 

Mas ela não desistiu. Insistiu e pediu para ver o que estavam a fazer. Daí para a prova de alguns modelos foi um pulinho e logo Monsieur Givenchy percebeu que tudo lhe assentava como uma luva e pediu para ela voltar no dia seguinte, que logo veriam o que poderiam arranjar.

 

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