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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

14
Fev17

Atendimento prioritário na gravidez

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2015-07-27, 18.08.09.png

 

Em dezembro, já grávida de três meses, ouvi e aplaudi a entrada em vigor da nova lei, que veio, de uma vez, dar prioridade às grávidas no atendimento, em entidades públicas e privadas.

 

O Decreto-Lei n.º 58/2016, no seu artigo 3.º, não deixa margem para dúvidas...

"Dever de prestar atendimento prioritário

1 - Todas as pessoas, públicas e privadas, singulares e coletivas, no âmbito do atendimento presencial ao público, devem atender com prioridade sobre as demais pessoas:

a) Pessoas com deficiência ou incapacidade;

b) Pessoas idosas;

c) Grávidas; e

d) Pessoas acompanhadas de crianças de colo.(...)"

 

Até aqui, tudo bem. No entanto, no resto da lei, não se estabelece claramente como é que esta prioridade deve ser concretizada, sendo possível retirar, interpretativamente, de algumas disposições, que deve ser a própria pessoa a solicitar essa prioridade.

 

É que, da lei à prática, quando fui, no início de janeiro, aos correios, buscar uma encomenda, deparei-me com um cenário, no mínimo, estranho. Tive que tirar senhas, que não descriminam se somos "atendimento prioritário" ou não e percebi que tinha quase 20 pessoas à minha frente.

 

Olhando à minha volta, tinha algumas pessoas idosas (com garantidamente mais de 65 anos) e, até, uma família com um bebé à espera. E percebi que os números iam sendo chamados por ordem, sem se atender se havia prioridades ou não na sala.

 

Quando uma senhora reclamou, dizendo que estava uma senhora mais velha, claramente no âmbito do "prioritário", que já devia ter sido chamada, a funcionária disse que tinham que ser os próprios a chegar-se à frente...

 

Ora, num bairro onde mais de metade da população é idosa, fará sentido este sistema?

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06
Fev17

AxissFix Plus da Bébé Confort (resultados)

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-01-19, 14.32.54.png

 

Chegou a hora de revelar a grande vencedora do passatempo Bébé Confort, que irá oferecer uma fantástica cadeira AxissFix Plus da Bébé Confort.

 

Esta cadeira, na sua versão Plus, distingue-se do modelo anterior por permitir a colocação de bebés, a partir do nascimento até por volta dos 4 anos de idade, fixando-se no carro através do sistema ISOFIX, para uma total segurança da criança.

 

A mesma possui 7 posições de ajuste do apoio de cabeça, 4 posições de reclinação para ambos os lados, acolchoamento extra no assento, encosto e apoio de cabeça. Está disponível em vários cores e prints, tudo para cmbinar na perfeição consigo e com o seu bebé!

 

Para participar, só tinha que ser fã das páginas da Bébé Confort Portugal e do mini-saia no Facebook, e preencher, uma única vez, um formulário. A vencedora foi escolhida aleatoriamente, através do sistema random, que determinou o seguinte resultado...

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02
Fev17

O sexo do bebé

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-02-02, 11.58.41.png

 

Como já vos disse, nesta gravidez, fiz o teste pré-natal neoBona, que, para além de fazer o rastreio das trissomias e das alterações dos cromossomas sexuais, permite saber o sexo do bebé.

 

Quando a enfermeira, que me recolheu o sangue, perguntou se pretendia saber também o sexo, respondi imediatamente que sim.

 

É verdade que encontro alguma magia no manter segredo até ao nascimento, tal como acontecia há anos atrás (a minha mãe, por exemplo, não fez nenhuma ecografia aquando da minha gravidez - na altura, nos Açores, só se fazia ecos em São Miguel, o que implicava, no caso da minha mãe, pelo menos, duas viagens de avião. Foi por isso que nasci de pés e com o cordão enrolado à volta do pescoço, mas quis Deus que nascesse bem e aqui estou...).

 

No entanto, trinta e seis anos volvidos do parto que me fez nascer, e com a mania que tenho de preparar tudo com antecedência, acho que entraria em pânico se descobrisse, por hipótese, que esperava um menino e não tivesse nada que se adaptasse ao mesmo, em termos de cor. Claro que podia comprar peças em cinza, vermelho ou amarelo, que dão para todos os sexos, mas não é bem a mesma coisa.

 

Foi por isso que, aproveitando as certezas que a ciência agora nos proporciona, escolhi, juntamente com o meu marido, saber com exactidão o sexo, sem estar com as incertezas próprias das ecografias.

 

Recebi os resultados por e-mail, tal como tinha solicitado. Chegaram antes do previsto, em termos de dias, e calhou ter visto o e-mail quando estava sozinha.

 

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31
Jan17

Roupa de grávida

Mónica Lice

Até agora, o meu maior desafio, em termos de guarda-roupa, têm sido as partes debaixo. Como já vos contei aqui, a barriga cresceu nesta gravidez muito mais rapidamente e então foi necessário, desde muito cedo, pôr de lado as calças justas de cintura alta, que são aquelas que mais uso.

 

Nos primeiros tempos, ainda "fiz batota", recorrendo ao truque do elástico, que aprendi na gravidez da Laurinha. Basicamente, consiste em recorrer a um elástico banal do cabelo e, com ele, prender o botão das calças, passar na "casa" do botão e dar a volta, prendendo novamente no botão. Não sendo a solução ideal, sempre dá uma folga confortável às calças, mas convém usar camisolas longas, que ocultem este "detalhe".

 

Captura de ecrã - 2017-01-29, 18.33.05.png

 

Como guardei as calças de ganga de grávida que já tinha (da Salsa e da H&M), tenho-me servido delas. Assim, só tive realmente necessidade, até ao momento, de adquirir uns jeans pré-mamã.

 

Neste campo, confesso que sou fã dos jeans da H&M. Têm uma boa relação qualidade-preço e existem numa multiplicidade de modelos, incluindo skinny jeans com rasgos (o meus preferidos). Ainda não encontrei jeans de grávida com bordados, mas quero acreditar que estão algures à minha espera (se alguém conhecer, avise, please).

 

No que diz respeito às partes de cima, e depois de, na 1.ª gravidez, ter usado algumas peças Isabella Oliver (uma marca inglesa, made in Portugal, de qualidade irrepreensível), nesta gravidez, já fiz algumas aquisições da marca, que, acredito, me vão ser bastante úteis e justificar o preço que dei por elas (felizmente, algumas das quais em saldo).

 

A marca só se vende online, mas, da minha experiência, as compras funcionam bem e as peças demoraram, em regra, uma semana a chegar.

 

Tenho, obviamente, usado e abusado das camisolas mais compridas que tenho. As outras já começam a revelar-se curtas e, com o frio que tem feito, não tenho conseguido usar muitos vestidos (das soluções, quanto a mim, mais confortáveis para grávidas).

 

Apesar de acreditar que não vale a pena fazer grandes investimentos de roupa específica para grávida, porque é uma situação temporária, acho que nos devemos sentir bonitas e bem femininas ao longo dos 9 meses de gestação. Por isso mesmo, se isso implicar comprar algumas peças que nos façam sentir mais bonitas, então acho que devemos avançar, sem pensar muito. E se forem peças que dê para usar depois, tanto melhor.

 

Hoje em dia, apesar de não existir MUITA oferta, já há a possibilidade de adquirir, sobretudo online, muita peça com pinta para a pré-mamã (em lojas como a Vertbaudet, a ASOS, La Redoute, a Fillyboo, a Topshop ou a Séraphine). Claro que o ideal seria ter lojas físicas em Portugal com muita oferta, para conseguir experimentar, tocar nos materiais e escolher com mais propriedade, mas ter lojas online já é um começo e abre-nos todo um novo mundo, a este nível.

 

No campo das lojas físicas, a H&M continua a ser das que tem uma maior oferta. A Zara teve, há pouco tempo, uma coleção tímida de pré-mamã que creio ter sido descontinuada (mas espero estar enganada). A Mango, por seu turno, tem também uma pequena coleção, mas tudo muito clean e sem grandes detalhes.

 

E por aí, há outras lojas que conheçam e me recomendem? Todas as dicas são mais do que bem-vindas! Agradecida.

 

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