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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

18
Mai17

Eu & ela

Mónica Lice

 

 

 

Quando se trabalha em casa e se tem connosco uma filha pequena, conseguir distribuir tarefas, ainda que mentalmente, e organizar a nossa vida para que tudo flua com alguma celeridade e normalidade, nem sempre é  tarefa fácil.

 

Muitas vezes dou por mim com uma mão a tentar teclar uma palavra no computador e a outra mão a manobrar um qualquer brinquedo. Felizmente que a Laurinha já se entretém sozinha com facilidade, gosta de cubos e de legos, folheia livros (e já não os rasga!) e começa, agora, a olhar para as bonecas (embora não sejam, para já, o brinquedo favorito).

 

Mas o que a deixa nas nuvens são as idas ao parque! É fã dos baloiços e do escorrega, desde há algum tempo e sempre foi destemida - mais do que a mãe, que fica sempre com medo que ela caia ou se magoe...

 

Nessas alturas, em que ora vou apenas eu, ora vou com o meu marido, tento esquecer, ainda que por algum tempo, os compromissos de trabalho e dou-lhe toda a atenção que merece, brincando também com ela. Ela brinca e suja-se à vontade, sem limites nem restrições. Somos felizes, assim, com estas coisas simples, mas plenas de significado...

 

E eu tento dar o meu melhor, ciente de que, tal como diz o lema Baby Dove, não existem mães perfeitas, apenas mães reais.

 

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16
Mai17

Crónicas de grávida

Mónica Lice

Nesta gravidez, estou MUITO mais atrasada nos preparativos para a chegada da baby E. Para terem uma ideia, às 33 semanas, ainda não preparei a mala de maternidade (shame on you, Mónica Lice)...

 

Entre algumas comprinhas que ainda preciso fazer, há coisas que já estão escolhidas e a aguardar o nascimento. Decidido está também avançarmos, novamente, com a criopreservação das células estaminais (do sangue e do tecido do cordão).

 

Depois de o termos feito com a Laura, estava fora de questão não o repetirmos com a Emília. Lembro-me que, há dois anos atrás, procurei ler bastante sobre o assunto. Paralelamente, procurei ouvir opiniões de amigos e de diferentes médicos, procurando recolher o máximo de informação possível, para decidir de forma consciente e informada.

 

Acabamos por avançar. É uma espécie de "investimento", que se espera secretamente ser "a fundo perdido". Mas deixou-me mais descansada e com a certeza de que estava a fazer o melhor por ela.

 

Efetivamente, a ciência não pára de evoluir e, de futuro, acredito que as potencialidades das células estaminais (do sangue e do tecido do cordão) serão imensas

 

Aliado a tudo isto, há a questão da compatibilidade entre irmãos, já que, para além de existirem melhores resultados em transplantes entre dadores relacionados, há ainda uma maior probabilidade de compatibilidade entre irmãos (cerca de 25%).

 

Por tudo isto, voltamos a escolher o Banco da Bebé Vida, o mesmo da Laura. A experiência correu bem em 2015, e decidimos repetir. Além disso, é um Laboratório (e não uma empresa a subcontratar o serviço de criopreservação), que funciona há mais de 12 anos e que é 100% nacional (assegurando a disponibilidade imediata do sangue, caso este venha a ser necessário).

 

Para as grávidas desse lado, possivelmente indecisas com o que fazer, vale a pena ficar claro o que penso em relação a isto - esta é uma decisão estritamente pessoal, que deve ser tomada, em primeira linha, e em consciência, pelos pais. Por fim, e em jeito de conselho: informem-se bem antes de avançar e certifiquem-se que estão a guardar o sangue e o tecido do cordão umbilical dos vossos bebés numa empresa devidamente licenciada e certificada!

 

29semanas6 (1).jpg

 

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19
Abr17

A escolha do carrinho de bebé

Mónica Lice

 

maxi.jpg

 

Lembro-me da intensa busca que fiz há dois anos atrás, em busca do carrinho de bebé perfeito. E não foi fácil encontrar "o tal".

 

A oferta é imensa e a informação que circula sobre carrinhos também. Queremos segurança, queremos conforto para o bebé, queremos um carro fácil de abrir e de fechar, nada demasiado pesado, mas robusto o suficiente para aguentar calçada e outros obstáculos sem tremer muito. Ah, e se possível, um carrinho bonito também!

 

Na altura, entre fóruns e amigas, fiz um levantamento de várias hipóteses e fui excluindo outras tantas. O design acabou por pesar também na escolha - bem como a sua praticidade e o facto de nele ser possível encaixar o ovinho que já tínhamos.

 

Assim, chegámos ao Quinny Moodd. Não é propriamente um carro leve, mas fique fascinada pela facilidade com que abre e fecha (sozinha não tenho qualquer dificuldade em fazê-lo). Para além disso, é super estável, graças à suspensão nas rodas, que absorve os choques. Tem ainda um assento reclinável com 2 posições, sendo compatível com as cadeiras da Bébé Confort e da Maxi-Cosi.

 

Recentemente, e já depois de grávida, conheci a nova coleção desenhada para a Quinny por Rachel Zoe. A base é na mesma o carrinho Mood, mas com detalhes que o tornam muito especial: pormenores em pele e dourado, que complementam o clássico preto & branco, tornando o modelo final muito bonito.

 

Segundo me informaram, este modelo já chegou a Portugal, e, para além de lindo, vem com todos os acessórios necessários: um saco térmico, uma alcofa dobrável, uma cadeira-auto e um saco muda-fraldas (que parece tudo menos um saco muda-fraldas). Ficam as imagens deste modelo tão especial...

 

maxi1.jpg

 

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13
Mar17

Enxoval de bebé - os imprescindíveis

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-03-13, 10.21.16.png

 

Na gravidez da Laura, e como qualquer mãe de primeira viagem, estava um pouco perdida no que ao enxoval diz respeito. Com medo de me faltar alguma coisa, que se revelasse essencial quando a bebé nascesse, dei por mim a fazer uma série de aquisições, algumas das quais mal saíram das caixas, por não terem sido sequer usadas...

 

Neste gravidez, e à espera de outra menina, estou muito mais tranquila. Como guardei tudo da Laura - roupinhas incluídas - ainda não comprei nada. Acreditam?

 

Estou, no entanto, a pensar comprar aquelas que serão as primeiras roupinhas para a maternidade e para os seus primeiros dias. Tudo bem simples e prático - nada de ideias rebuscadas de cueiros, rendinhas e lacinhos, muito bonitos para a foto, mas, na realidade, nada práticos ou confortáveis para a bebé.

 

Como sei que há muitas mães de primeira viagem desse lado, um pouco perdidas como eu estava, no início, deixo-vos aqueles itens que foram, para mim, realmente imprescindíveis nos primeiros tempos (mães mais experientes desse lado, sintam-se à vontade para acrescentar mais coisas):

 

1. Berço

Já aqui escrevi que me tornei adepta do co-sleeping. Não coloquei a bebé na nossa cama, mas arranjei um berço (este, da Micuna, que adquiri no El Corte Inglés) que permitiu que ela dormisse ao meu lado, literalmente, como se o seu berço fosse uma extensão da nossa cama.

Quer para amamentar, quer por qualquer outra razão, tê-la a dormir ao meu lado, enquanto foi possível (o mesmo é dizer, enquanto coube no berço) foi das melhores coisas que nos podia ter acontecido.

Por isso, aconselho vivamente a todas as grávidas que arranjem um berço destes, que vos servirá para os primeiros meses, e, sem dúvida, será muito benéfico para todos.

No meu caso, nunca comprei nem senti necessidade de ter uma alcofa, até porque o berço da Micuna tem rodinhas e chegou a circular pela casa nos primeiros tempos.

 

2. Um móvel e uma almofada muda-fraldas

Para muitas mães, este pode não ser um móvel extremamente necessário, porque é possível mudar a fralda em qualquer superfície, inclusivamente em cima da cama.

No meu caso, ter arranjado um móvel muda-fraldas para colocar no nosso quarto, onde ela dormiu os primeiros tempos, deu muito jeito, porque permitiu organizar tudo o que era necessário para esta tarefa e, ao mesmo tempo, agilizar o processo, que depois se torna quase mecânico, da muda das fraldas.

No meu caso, adquiri um móvel do IKEA e este conjunto de cestos de arrumação, que dão um jeitão para a colocação dos produtos de higiene, roupa suja e água (as toalhitas estão reservadas apenas para as saídas).

 

3. Um recipiente para as fraldas sujas

Mais um ítem que pode parecer, à primeira vista, supérfluo, mas, na minha opinião, é da mais extrema importância, pois permite armazenar as fraldas sujas sem deixar que o cheiro se instale na divisão, o que dá mesmo muito jeito!

 

4. Um ovo

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