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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

18
Mai17

#22meses

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-05-12, 10.29.50.png

 

A caminho dos dois anos, e prestes a tornar-se a irmã mais velha, a Laura continua a comer bem, e, apesar de estar um pouco mais esquisita no que toca a provar certos alimentos, come praticamente de tudo.

 

Dizem que o facto de ter amamentado e provado um pouco de todos os sabores terá ajudado. E eu acredito que sim, já que, felizmente, amamentou até cerca de um ano de idade, acabando por provar vários sabores, que iam variando consoante variava a alimentação da mamã.

 

Quando a amamentação terminou, optamos por uma bebida láctea infantil, adequada aos meses que tinha na altura. Hoje, com quase 22 meses, mantemos o NAN Optipro 4, por acharmos ser o melhor para ela.

 

De facto, e até aos três anos, são impressionantes as mudanças que se dão numa criança. Por vezes, não pensamos muito nisso, mas é neste período que a criança cresce cerca de 120 cm de altura, passa por um rápido desenvolvimento motor e mental, aprendendo uma data de coisas novas, todos os dias.

 

É, por isso, que as crianças não são mini adultos e não podemos esperar que comam como tal. Acredito, por isso, que há cuidados a ter, no campo da alimentação, e isso passa, claro, pelo tipo de leite que se dá, que continua a ter muito peso na sua "roda dos alimentos".

 

No caso do NAN Optipro 4, que pode ser dado a bebés de 1 a 3 anos, o mesmo destaca-se por fornecer uma qualidade e quantidade de proteínas adequadas a uma criança desta idade, bem como uma composição nutricional e energia adequadas a esta fase da vida.

 

E, enquanto isso, esperamos que a Emília siga os passos da mana, e mame tão bem como ela na sua primeira fase da vida...

 

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06
Abr17

Amamentação - 12 dicas úteis

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-04-06, 10.07.11.png

A modelo Caroline Trentini com o filho de 4 meses na Vogue Brasil de setembro de 2016.

 

Recentemente, fui convidada a participar num workshop organizado pela Medela, em tom de conversa bem descontraída, sobre um tema que me interessa bastante: a amamentação.

 

Como já escrevi por aqui, amamentei a Laura durante quase um ano, e gostaria muito de repetir a experiência com a Emília. As vantagens do leite materno são imensas e não vale a pena enumerá-las por aqui: desde as que atingem diretamente o bebé, até às afectivas e que atingem a saúde e bem-estar da mãe.

 

E eu, apesar de já ir para a segunda experiência de maternidade, e ter passado pela primeira com sucesso no que toca à amamentação, confesso que acabei por aprender coisas novas neste workshop. Efetivamente, a informação acaba por ser sempre a melhor aliada, a este nível, e, por isso, decidi compilar por aqui algumas das principais dicas que aprendi ou revi por lá. Espero que vos sejam úteis...

 

1. A melhor preparação para a amamentação é uma boa informação.

Se é mãe de primeira viagem, procure informar-se bastante sobre este tema, em aulas de preparação para o parto, workshops ou livros. E envolva o pai nesta aprendizagem - ele não irá amamentar, mas acompanhará o processo e poderá ajudar, se for necessário.

No meu caso, valeram-me as aulas de preparação para o parto, que fiz no Centro do Bébé, o workshop com a Constança integrado nesta preparação, e o seu primeiro livro - Os bebés também querem dormir. Aconselho a todas as amigas grávidas a leitura deste livro, que me ajudou imenso nos primeiros tempos. 

 

2. Tenha consciência de que o seu corpo se vai preparando, ao longo da gravidez, para a experiência da amamentação.

Se olhar com atenção para as mudanças no seu corpo verá, com toda a certeza, vários sinais de que o mesmo se está a preparar para a amamentação. Desde as mamas a aumentar, os mamilos a ficarem mais escuros (para o bebé os sinalizar mais rapidamente) até à linha que muitas vezes se forma na barriga (linea nigra) que serve para o bebé conseguir percorrer o trajeto até às mamas, tudo se encaminha para que possam amamentar, naturalmente, e sem dificuldades.

 

3. Não descure da importância das hormonas no processo de amamentação.

As duas hormonas mais importantes, a ter em conta, são a prolactina, que estimula a produção de leite no tecido glandular e a oxitocina, que é talvez das que mais se fala, quando se trata da amamentação.

E porquê? Porque é a oxitocina que provoca a contração dos músculos mais finos, permitindo que o leite flua e se liberte, dos ductos até ao mamilo.

A oxitocina é, não apenas muito importante, como também muito sensível. Para ter uma ideia, o stress inibe a produção de oxitocina, pelo que uma mamã stressada terá muito mais dificuldades em dar de mamar do que uma mãe descontraída.

Assim, tente estar sempre super tranquila, peça ao pai para lhe fazer festinhas na cabeça, pense em tudo o que seja agradável e bom, de modo a afastar o stress, deixando o leite fluir.

 

 

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17
Mar17

Amamentação & leite

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-03-08, 19.32.49.png

Nicole Trunfio na Elle Australia.

 

Outro dia perguntaram-me se desejava amamentar a bebé que vai nascer. A resposta não se fez esperar - tal como amamentei a Laura, durante quase um ano, também gostaria muito de voltar a amamentar a minha nova bebé. Como é sabido, o leite materno é o melhor alimento para os nossos bebés!

 

Devo confessar que nunca pensei muito na amamentação antes da Laura nascer. Participei num workshop com a Constança, do Centro do Bebé, que me ajudou bastante a desmistificar algumas ideias e a aprender outras tantas sobre o tema.

 

Mas, depois, quando ela nasceu, chegar-lhe ao peito e dar alimento foi algo de tão natural que parecia que tínhamos estado a vida toda a fazer aquilo. Sem complicações e teorias...

 

No entanto, estou longe de ser fundamentalista em relação a esta matéria. Acredito e defendo que cada mãe deve ser soberana no que diz respeito ao cuidado da sua cria. Somos mães e queremos o melhor para elas. Mas isso não deve implicar, na minha opinião, experiências de sofrimento, que, passadas primeiro pela mãe, se transmitem imediatamente para o filho ou filha.

 

Por isso, e no caso da Laura, o desmame acabou por se dar naturalmente, por volta dos 11 meses. Já a amamentava cada vez menos (o que implicava uma produção de leite cada vez menor) e, de forma natural, passámos para as papas e para um leite infantil.

 

Ela adaptou-se muito bem ao novo regime e, coincidentemente, ou não, começou a dormir a noite toda, uma vez que já não acordava para mamar. Escolher um leite infantil para lhe dar acabou por ser tarefa fácil. No nosso caso, acabamos por escolher o NAN OPTIPRO 2 porque tem uma qualidade proteica mais próxima da do leite materno e a quantidade certa de proteínas, necessárias ao crescimento do bebé.

 

Ela gostou e nós ficamos mais descansados, com a certeza de que lhe estamos a proporcionar o melhor. No entanto, cada bebé é único e nada como ter em conta um conselho de um profissional de saúde no momento em que se decide alterar a alimentação do bebé.

 

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10
Out16

O sono da bebé

Mónica Lice

suenos1.jpg

 

Quem me acompanha há mais tempo lembrar-se-á de eu escrever por aqui que acordava várias vezes durante a noite, para amamentar a filhota.

 

De facto, assim foi durante o seu primeiro ano de vida. Enquanto amamentei, não havia noite que ela não acordasse duas, três vezes ou, até, mais.

 

No início, com o co-sleeping e o berço dela estrategicamente colocado ao lado da nossa cama, tudo se fazia sem muito sobressalto. No entanto, quando ela deixou de caber no berço pequeno, e tivemos de a deitar num grande, com grades altas, acordar para lhe dar de mamar começou a custar um pouco mais - mas nada que não se fizesse com um sorriso no rosto.

 

Fui, no entanto, percebendo que já mamava muito pouco. Parava poucos minutos depois de ter começado, mas éramos capazes de estar nisto três a quatros vezes por noite.

 

Consequentemente, em poucos dias, o meu leite começou a diminuir. Ela, por seu turno, e prestes a completar um ano, já comia muito bem sólidos (felizmente, sempre teve apetite).

 

Foi assim que, numa noite, quando ela acordou, o meu marido tentou adormecê-la sem mamar (ela não usa chucha - nunca gostou!) e conseguiu! Foi só mais uma ou duas noites e, à terceira, dormiu, pela primeira vez, a noite inteira! Nove a dez horas seguidas...

 

De lá para cá, e ainda a dormir no nosso quarto (estamos a ganhar coragem para a mudança...), tem dormido sempre tranquilamente, e a noite toda! Se acordou 5 vezes durante a noite, desde então, terá sido muito.

 

Esta tem sido a nossa experiência. Não sei se aguentará para sempre, ou se se alterará com a mudança do quarto, mas, para já, as noites correm sem sobressaltos.

 

Convém perceber que não existem fórmulas mágicas e cada bebé é único e dormirá de forma diferente. Não vale a pena criar expectativas nem ficar triste com os testemunhos de amigos, cujos filhos dormem uma noite toda, de seguida. Pessoalmente, e durante o primeiro ano, percebi que era normal ela acordar para mamar as vezes que quisesse (ela sempre mamou em regime de livre demanda) e não me arrependo nem um pouco da minha opção. Mas cada mãe deve ser livre para escolher o que entende ser melhor para a sua cria.

 

Cá em casa, e antes de ir para a cama, há rotinas antes de ir dormir que mantemos e que julgo serem eficazes:

 

1. Começamos por um banho, com direito a brincadeira (os livros e os bonecos à prova de água são animação garantida), com a gama Johnson’s® Bons Sonhos Banho para bebé (com uma combinação de aromas relaxantes, que ajudam a criança a acalmar).

 

2. Depois do banho, é hora da massagem. É um gesto que tento repetir sempre que posso e que me foi ensinado num workshop para grávidas. Ultimamente tenho usado a Johnson’s® Bons Sonhos Loção para bebé, que, para além do aroma, tem uma textura muito agradável, que penetra rapidamente na pele.

 

3. Hora do conto - com a TV desligada, deixamos a filhota escolher um livro (anda fã de livros com animais) e contamos-lhe a história. Depois, tempo para um pouco de embalo, com uma música relaxante por detrás, até adormecer...

 

E por aí? Há fórmulas "secretas" para troca?

 

suenos.jpg

 

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