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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

17
Mar17

Amamentação & leite

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-03-08, 19.32.49.png

Nicole Trunfio na Elle Australia.

 

Outro dia perguntaram-me se desejava amamentar a bebé que vai nascer. A resposta não se fez esperar - tal como amamentei a Laura, durante quase um ano, também gostaria muito de voltar a amamentar a minha nova bebé. Como é sabido, o leite materno é o melhor alimento para os nossos bebés!

 

Devo confessar que nunca pensei muito na amamentação antes da Laura nascer. Participei num workshop com a Constança, do Centro do Bebé, que me ajudou bastante a desmistificar algumas ideias e a aprender outras tantas sobre o tema.

 

Mas, depois, quando ela nasceu, chegar-lhe ao peito e dar alimento foi algo de tão natural que parecia que tínhamos estado a vida toda a fazer aquilo. Sem complicações e teorias...

 

No entanto, estou longe de ser fundamentalista em relação a esta matéria. Acredito e defendo que cada mãe deve ser soberana no que diz respeito ao cuidado da sua cria. Somos mães e queremos o melhor para elas. Mas isso não deve implicar, na minha opinião, experiências de sofrimento, que, passadas primeiro pela mãe, se transmitem imediatamente para o filho ou filha.

 

Por isso, e no caso da Laura, o desmame acabou por se dar naturalmente, por volta dos 11 meses. Já a amamentava cada vez menos (o que implicava uma produção de leite cada vez menor) e, de forma natural, passámos para as papas e para um leite infantil.

 

Ela adaptou-se muito bem ao novo regime e, coincidentemente, ou não, começou a dormir a noite toda, uma vez que já não acordava para mamar. Escolher um leite infantil para lhe dar acabou por ser tarefa fácil. No nosso caso, acabamos por escolher o NAN OPTIPRO 2 porque tem uma qualidade proteica mais próxima da do leite materno e a quantidade certa de proteínas, necessárias ao crescimento do bebé.

 

Ela gostou e nós ficamos mais descansados, com a certeza de que lhe estamos a proporcionar o melhor. No entanto, cada bebé é único e nada como ter em conta um conselho de um profissional de saúde no momento em que se decide alterar a alimentação do bebé.

 

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21
Nov16

Spina Bífida

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2016-11-21, 18.02.33.png

 

Hoje assinala-se o Dia Nacional da Spina Bífida e vale a pena chamar a atenção, por aqui, para as formas, bem simples, de prevenir esta doença, seguindo o mote lançado pela ASBIHP (Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal).

 

Convém ter em conta que os defeitos do Tubo Neural, entre os quais a Spina Bífida, afetam, mundialmente, cerca de 500.000 nascimentos por ano, excluindo as gravidezes que não chegam a termo.

 

Em 1991, descobriu-se que o ácido fólico contribui para a redução dos defeitos do tubo neural em cerca de 72%, desde que tomado nas doses diárias recomendadas pelo médico antes da mulher engravidar e nos primeiros meses de gestação.

 

Os defeitos do tubo neural, entre os quais a Spina Bífida, ocorrem nos primeiros 28 dias de gestação, antes da maioria das mulheres saber que está grávida e, para que o ácido fólico seja eficiente na prevenção da Spina Bífida, a maioria das mulheres deve ter reservas desta vitamina antes da concepção e durante essas primeiras semanas de gestação.

 

Na maioria dos países, cerca de 50% das gravidezes não são planeadas, pelo que, quando estas mulheres descobrem que estão grávidas é, muitas vezes, demasiado tarde para prevenir a Spina Bífida nos seus bebés.

 

É, por isso, que uma alimentação consciente e rica em folatos é da mais extrema importância, aliada à toma diária de suplementos de ácido fólico, devidamente prescritos pelo médico assistente da mulher que pena engravidar.

 

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23
Mar16

Crónicas de mãe de primeira viagem #1

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2016-03-19, 00.26.23.png

 

Por aqui, a fase da introdução dos sólidos está em marcha, desde os seis meses e meio e, até agora, não nos podemos queixar.

 

A filhota gosta de sopa e come-a sem esforço, gostando quer da versão sem carne, quer da versão com carne (vamos começar a introdução também do peixe, por conselho da pediatra).

 

Come igualmente fruta, papa e iogurte. 

 

Até ao momento, temos preparado tudo (excepto o iogurte), evitando as comidas já confeccionadas, que estão reservadas, na despensa, para (futuras) viagens.

 

Quanto à papa, comecei por uma sem açúcar adicionado. Tenho lido, neste âmbito, sobre papas caseiras, mas, honestamente, ainda não me debrucei muito sobre o assunto. Alguém desse lado já o fez? Se sim, pode partilhar a receita?

 

Também os iogurtes que lhe ofereço não têm açúcar adicionado - encontrei-os no Pingo Doce (marca própria) e, pelo que já percebi, devem ser um best seller, porque andam frequentemente esgotados. Conhecem? Recomendam outros iogurtes? Se sim, quais?

 

No que diz respeito à cadeira de refeições, depois de alguma pesquisa, optamos pelo modelo Tripp Trapp da Stokke. Estou absolutamente rendida à cadeira e, mais importante, a filhota também, que adora sentar-se na mesma.

 

Queríamos um modelo que permitisse que ela se sentasse à mesa connosco, e que não ocupasse muito espaço. Esta é perfeita. Para além de, em termos de design, ser uma peça bonita, não ocupa espaço nenhum, guardando-se debaixo da mesa, sem esforço. A juntar a tudo isto, é evolutiva e acompanha o crescimento da criança, aguentando com o peso de um adulto.

 

Infelizmente, é cara e temos que comprar os acessórios à parte. Mas, na minha opinião, vale o preço. Ah, e o tecido que reveste a almofada de proteção (que tivemos que adquirir à parte e que está disponível em vários padrões) é impermeável e não absorve líquidos, pelo que dificilmente se suja.

 

Entretanto, se tiverem dicas para troca, mãe e filha agradecem!

 

P.S. Quanto à amamentação, cá continuamos, sem pressas nem pressões! E, felizmente, tudo continua a correr bem a este nível.

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01
Mar16

Nutrifibra

Mónica Lice

Nos tempos que correm, nem sempre é fácil conseguir conciliar refeições equilibradas e a horas decentes, com todos os desafios, pessoais e profissionais, que temos pela frente.

 

Por isso mesmo, é frequente passarmos mais horas do que o suposto sem nada no estômago.

 

Nestas alturas, nada como ter por perto snacks equilibrados, que alimentem e nos deixem saciadas por muito tempo. Neste campo, as bolachas também são permitidas, desde que sejam ricas em cereais (preferencialmente integrais) e façam parte de um estilo de vida saudável.

 

As bolachas Proalimentar Nutrifibra são um bom exemplo deste género de bolacha, salgada e rica em fibras. São compostas por trigo e arroz e, algumas delas, contêm ainda sementes de sésamo, linhaça e girassol.

 

nutri.jpg

Com queijo e morangos - um lanchinho delicioso e super rápido de preparar.

 

Para além disso, têm um elevado teor de fibra, ferro, magnésio e cálcio, fornecendo todo o equilíbrio e a saciedade necessários.

 

Existem em diferentes formatos, incluindo uma prática versão mais portátil, on the "Go", em saquetas de três bolachas, para ter na mala e levar para todo o lado. São, desta forma, uma excelente aposta para lanches rápidos, mas também podem ser a base de um almoço ou um jantar mais leve, mas nem por isso menos saudável.

 

nutri2.jpg

 

Para vos inspirar, deixo-vos uma receita deliciosa com Proalimentar Nutrifibra, muito rápida de preparar:

 

Ingredientes:

2 Bolachas de Nutrifibra Integral,

2 a 4 fatias de peito de peru fumado,

queijo Philadelphia (light ou com ervas),

cenoura ralada q.b..

 

Modo de preparação:

Barrem as bolachas com o queijo.

De seguida, disponham sobre as mesmas uma a duas fatias do peito de peru fumado. Terminem, colocando um pouco de cenoura ralada.

 

Acompanhem com um sumo “detox”. Para o preparar, juntem uma maçã verde, espinafres frescos, sumo de 1/2 limão (ou lima), canela e, no final, sementes de linhaça.

 

nutri1.jpg

 

 

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