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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

04
Jan18

Mãe "a tempo inteiro"

Mónica Lice

 

Screen Shot 2018-01-03 at 23.27.13.png

 

Quando a Laura nasceu, achei que a devia manter em casa o máximo de tempo possível. Trabalhando eu em casa, gerindo os meus próprios horários e a minha agenda de compromissos fora de casa, achei que seria fácil coordenar tudo, cuidando dela, do meu trabalho, da casa e da comida, sempre com a ajuda do marido.

 

Claro que a realidade me mostrou que necessitava de ajuda e essa ajuda chegou, pelas mãos da A., que em boa hora entrou nas nossas vidas, passando cá a maior parte das tardes, e sendo fundamental, entre outras coisas, para que eu consiga sair sempre que é necessário.

 

Com a chegada da Emília, trabalho a dobrar, mas a vontade de as ter por casa, até aos três anos, mantém-se. 

 

Até ao mês passado, foi tudo relativamente tranquilo. Partilhei a licença de maternidade/paternidade com o meu marido, que passou muito tempo em casa e me ajudou bastante com a Laura, de forma a que não descuidasse da atenção à Emília, que ainda se encontra em regime de amamentação exclusiva.

 

Mas a licença acabou e, neste momento, o marido já voltou ao trabalho e quase todas as minhas manhãs são só para elas - trabalhar, neste período, no blog ou em alguma coisa com ele relacionado não é, por isso, tarefa fácil...

 

Entre idas ao parque ou os passeios pelo bairro, com o carrinho e o pano, levo-as às duas e lá vamos nós, espairecer a cabeça e, acima de tudo, gastar energias, para que a sesta se faça tranquilamente.

 

Será já em setembro que a Laura, se tudo correr como esperado, entrará na escolinha. Quanto à Emília, gostava que se mantivesse por casa também até aos três anos, tal como a mana. A ver vamos se tudo corre como o esperado.

 

Até setembro, vamos lá ver se me "safo" e consigo levar avante este desejo de as ter comigo. Não é fácil e imagino que dias haverá em que ponha em causa esta decisão. Mas espero não desanimar e conseguir, ainda que sem grandes ajudas por perto (nem suportes familiares, que TANTA falta fazem nestas alturas).

 

E por aí, há mais mães "a tempo inteiro", que tenham tomado esta mesma decisão de manter as suas crias em casa o máximo de tempo possível? Têm dicas úteis para troca? Agradecida.

 

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