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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

02
Ago17

O parto #3

Mónica Lice

emi (1).jpg

 

Cheguei à Maternidade Alfredo da Costa relativamente tranquila. Resolvi aceitar o melhor que consegui a cesariana que estava destinada para aquela bebé nascer, colocando de parte qualquer réstia de preocupação.

 

Ao encontrar-me com a Dra. Alice, lá fomos fazer a ecografia. Ela, tal como eu, tinha esperança na volta da bebé - e foi por isso que, mal a vi, lhe disse que achava que a bebé já tinha virado. Achava mesmo, apesar da descrença do meu marido, mas estava até com medo de o dizer alto, porque só eu é que acreditava nisso.

 

Para terem uma ideia, nas vésperas da cesariana, dancei feita maluca (acompanhada da Laura), passei horas sentada na bola de Pilates em exercícios pélvicos e estive também deitada no chão, com as pernas sobre o sofá. Pretendia que a bebé virasse e, uma vez virada, não mais voltasse a dar cambalhotas, mantendo-se assim.

 

A eco começou e o cenário confirmou-se: a Emília estava encaixada, com a cabeça para baixo, tendo virado às 40 semanas! Nem queria acreditar! Fiquei obviamente feliz e optei por ir para casa, aguardar que ela decidisse a hora para nascer, se possível, sem induções ou pressões.

 

Curiosamente ou não, nessa tarde, comecei com contrações espaçadas e algo dolorosas. À noite, fiquei a pensar que podia estar mesmo próxima a hora do parto. Mas acabei por dormir bem, as contrações deixaram de se sentir, e, no dia seguinte, fui só sentindo umas "moinhas", que vinham e iam.

 

Tentei andar o máximo que consegui nesse dia. Para tal, convenci o marido a ir a um Centro Comercial daqueles bem grandes, e andei por lá, entre compras para a Laura e para a Emília, a distrair a cabeça e a tentar que o exercício ajudasse a induzir naturalmente o parto...

 

Só perto do jantar é que o quadro da falta de dores/sintomas se alterou, e as contrações foram ficando mais fortes. Mas continuavam fáceis de suportar, e tanto apareciam como desapareciam.

 

Na manhã de quinta-feira, e depois de uma noite de sono relativamente tranquila, acordei mal disposta e corri para a casa de banho. De pé, as dores foram piorando e percebi que estava com um corrimento de sangue, diferente do habitual...

 

Fiquei assustada, confesso, e chamei o marido, que ainda dormia. Só lhe dei tempo para um duche rápido e fomos para o hospital...

 

(Continua...)

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25
Jul17

As nossas (novas) rotinas

Mónica Lice

babydove.jpg

 

Com a chegada da segunda bebé cá a casa, dou por mim a sentir algumas das mesmas inseguranças que senti há dois anos atrás, quando a Laura veio para casa.

 

Ao mesmo tempo que parece que me esqueci de gestos tão básicos como o dar banho a um recém-nascido, de um minuto para o outro, tudo volta e parece que faço isto desde sempre, tal a sensação de instinto inato que, a cada dia, descubro em mim.

 

Nisto de ser mãe de duas, cada dia é diferente e, até alinharmos rotinas com sonos, vamos aprendendo a viver a quatro, com uma mana mais velha ainda bebé, que necessita de muita atenção e todo o mimo que é possível dar.

 

Felizmente que a adaptação à bebé Emília tem sido tranquila. Eu vou aprendendo a desdobrar atenções, e, estando a amamentar uma, consigo, com a mãe livre, brincar com a outra e, desta forma, satisfazer as duas e fazê-las felizes também.

 

Cuidar das duas é, por isso, não apenas um desafio como um imenso prazer. E tudo se torna mais fácil quando tenho bons aliados, como a gama Baby Dove Sensitive.

 

Os seus produtos dão-me a confiança necessária para os usar sem receios. E, nesta fase de calor, em que a Laura não pára um minuto e está mais exposta ao calor e ao sol, toda a hidratação é fundamental e mais do que necessária!

 

Cá em casa, a gama Sensitive é a mais usada, por ser bastante suave e garantir a proteção necessária às peles mais sensíveis. Ah, e como não falar do cheirinho suave dos produtos? É daquelas fragrâncias que me remeterá para sempre para esta fase tão única e especial da vida das minhas filhas...

 

Entre cuidados e mimos, vamos tentando aproveitar ao máximo cada dia, com a certeza de que o tempo corre depressa demais e, num instante, já elas estarão mais crescidas...

 

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24
Jul17

O parto #2

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-07-24, 10.20.08.png

 

Depois da consulta das 39 semanas, e a poucos dias de completar 40, chegamos a casa com a cesariana marcada.

 

Sou pessoa que gosta de ter tudo bem planeado e pronto com dias ou semanas, se possível, de antecedência. No entanto, e neste caso em concreto, preferia, muito honestamente, que tudo pudesse passar por um parto natural, sem datas ou horas certas, pelos contras inerentes a uma cesariana, para o bebé e para a mãe.

 

A minha médica explicou-me bem que contras eram esses, e, antes de sair da consulta, assinei um termo de responsabilidade, onde tudo se encontrava bem explicadinho.

 

Mas se isso era o melhor para a minha bebé, que importava tudo o resto? Não sendo a melhor solução, era a que oferecia menos riscos para ela, à data transversa, pelo que me conformei e comecei a contar os dias até à cesariana...

 

Em casa, e apesar de todas as evidências apontarem para a cesariana, não desisti dos exercícios que, supostamente, ajudariam a bebé a virar. E dei por mim, várias vezes, a acordar de madrugada, sentindo a bebé mexer e tentando perceber onde estava posicionada na barriga.

 

Era a única a acreditar numa reviravolta, de planos e de bebé. O meu marido não acreditava nisso, a minha família também não, e até uma grande amiga, médica, me disse liminarmente que os bebés não viram às 40 semanas. Mas eu acreditava nisso - ou pelo menos quis acreditar até à última, tal como também a Dra. Alice acreditava...

 

Entretanto, fui tirando partido de ter a data do parto definida e, na véspera, aproveitei para preparar as últimas coisas que ainda faltavam. À noite, fomos jantar fora - estava calor e soube bem jantar com vista para o rio, naquela que é, para mim, a melhor pizzaria de Lisboa. Até me deram prioridade na fila, o que nunca costuma acontecer...

 

Depois do jantar, a preocupação adensou-se. Li muito sobre cesarianas e havia uma coisa que não me saía da cabeça - o não conseguir fazer esforços nas semanas seguintes ao parto. Como ia eu pegar na Laura quando não tivesse ninguém por perto, para me ajudar??? Honestamente, adormeci preocupada, a pensar nisso.

 

Acordei mais calma, escondi as preocupações debaixo da almofada, e tomei o pequeno-almoço mais completo que consegui, já que, a partir das 9h não deveria comer mais nada.

 

A manhã passou rápido - andei entretida, a fazer umas compras para as meninas, para ver se me distraía, e, ao final da tarde, colocamos as malas no carro e lá fomos nós, em direção à Maternidade...

 

 (Continua..)

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18
Jul17

O parto #1

Mónica Lice

Nos últimos dias, antes da Emília nascer, deixei de publicar por aqui as crónicas de grávida. Achei melhor recolher-me e aguardar com a serenidade possível o que a vida tinha para me oferecer.

 

Na verdade, esses últimos dias não foram propriamente muito fáceis em termos emocionais - a Emília andou às voltas, até à última, e deu-nos as voltas aos planos... literalmente!

 

Para terem uma ideia, e depois de vos ter escrito este post, sobre a consulta das 38 semanas e 4 dias, em que, finalmente, ela tinha virado a cabeça, às 39 semanas e 5 dias, voltamos à consulta, para nos certificarmos que tudo se mantinha alinhado para um parto espontâneo e natural.

 

Nessa consulta, com toque e nova ecografia, o cenário que mais temia acabou por se confirmar - dona Emília estava novamente transversa, com a cabeça no lado direito superior da minha barriga...

 

Nos dias que antecederam a consulta, sentia a bebé particularmente ativa à noite e, embora tentasse perceber se estava às voltas ou não, nem sempre o conseguia fazer com sucesso.

 

O que é certo é que já estava novamente virada e, tendo em conta que estava quase a completar as 40 semanas, avançou-se para a marcação da cesariana, que seria feita na semana seguinte.

 

De todo o modo, a Dr.a Alice Cabugueira (a médica absolutamente fantástica que me acompanhou na MAC) lá me foi dizendo que, mesmo no dia da cesariana, era sempre feita uma ecografia antes da operação e, caso a bebé estivesse encaixada, aquela não teria lugar.

 

Ela, tal como eu, estava com esperança numa mudança de planos e, de forma otimista, acreditava que a bebé ainda pudesse virar... Era a única, na realidade (para além de mim). O meu marido não acreditava nisso, nem os médicos com quem falei, incluindo o médico responsável por dezenas de ecografias diárias na MAC, a quem a Dra. Alice sabiamente pediu opinião...

 

(Continua...)

 

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