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mini-saia

O blog de Mónica Lice.

22
Jun17

Chucha - sim ou não? (Movimento #MaesReais)

Mónica Lice

chucha.jpg

 

Prestes a ser novamente mãe, e com uma menina quase, quase, a fazer dois anos, fui desafiada por Baby Dove a partilhar o que defendo e coloquei em prática no que toca ao uso da chucha.

 

Durante a gravidez da Laura, fui ouvindo um pouco de tudo, entre cursos e workshops, testemunhos de outras mães e muita leitura - havia quem defendesse acerrimamente a chucha, e havia quem dissesse que podia dificultar a amamentação, e que, por isso, devia ser evitada.

 

Para terem uma ideia, cheguei mesmo a frequentar um workshop, dado por uma marca de chuchas e biberões, em que grande parte do tempo foi passado a dissecar sobre os diferentes materiais das chuchas, quais as opções a ter em conta nos primeiros tempos, entre outros aspetos, que fui apontando com cuidado no meu bloco de notas.

 

Assim, no dia marcado para a indução (às 41 semanas), levava na mala de maternidade, bem lá no fundo, pelo sim, pelo não, duas chuchas diferentes - uma de látex e outra de silicone. E tinha umas quantas outras guardadas em casa, para o caso de vir a precisar...

 

Na Maternidade Alfredo da Costa, onde a Laura nasceu, é conhecida a posição de que a chucha não deve ser usada (pelo menos nos primeiros tempos, para não atrapalhar a amamentação). Não obstante a isso, vi no meu quarto algumas mães, já com dois ou três filhos, a colocar logo a chucha nos seus rebentos.

 

No meu caso, confesso que experimentei uma na Laura, ainda na Maternidade, mas havia algo que me dizia, lá no fundo, para a tirar, que não seria necessária. Assim fiz, empenhando-me, antes, na amamentação, que, felizmente, correu bem, com uma adaptação fácil de parte a parte.

 

Em casa, ainda tentei uma ou duas vezes colocar-lhe a chucha, quando a achava mais agitada, mas ela não aceitava. E acabei por não voltar a insistir.

 

O que acabou por acontecer foi que, durante quase o seu primeiro ano de vida, a Laura adormeceu muitas vezes na maminha, depois de beber o suficiente para se aguentar por algumas horas.

 

Durante esse tempo, e não raras vezes, ouvi que estava a fazer da maminha a sua chucha - algo que eu deveria evitar a todo o custo. Confesso que nunca liguei muito a estes comentários - ia fazendo o que achava certo e sem me importar muito com as opiniões alheias. Acho que, nestes casos, cada mãe deve seguir o que acha certo - deixar-se guiar pela sua intuição.

 

A verdade é que, quando parámos a amamentação, tinha ela um ano, e começou a dormir toda a noite, nunca passámos a fase do "acordou porque a chucha caiu". Vive bem sem chucha, da mesma forma que sempre viveu bem sem biberons, já que nunca os tolerou.

 

Se foi o mais acertado? Honestamente não sei. Segui o meu instinto e fiz o que considerei ser o melhor, no momento. Tal como defende Baby Dove, não existem formas certas ou erradas, "não existem mães perfeitas, apenas Mães Reais”.

 

Por isso mesmo, desafio todas as mães desse lado a partilharem como foi convosco. Incentivaram os vossos bebés a usar chucha desde cedo? Ou optaram por não o fazer?

 

Partilhem a vossa opinião e adiram ao movimento #MaesReais! E podem habilitar-se a ganhar um produto da gama Baby Dove. Para participar, só têm de:

 

1. Partilhar a vossa opinião sobre o uso da chucha no vosso mural do Facebook ou Instagram (com uma imagem criativa à vossa escolha).

 

2. Juntar os hashtags #MaesReais e #BabyDove.

 

3. De seguida, enviar um e-mail para aminisaia@gmail.com, com o link da vossa participação.

 

As primeiras 10 leitoras a fazê-lo recebem um produto da gama Baby Dove (certifiquem-se que têm a publicação em modo "público")!

 

chucha1.jpg

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20
Jun17

#38semanas

Mónica Lice

Com muito calor, chegamos às 38 semanas.

 

A semana passada, entre ecografia, CTG e consulta, percebeu-se que a baby E. está comodamente sentada e já está bem pesadita... Ao que tudo indica, com um percentil entre os 70 e os 90%.

 

Caiu, assim, por terra, a minha esperança que já estivesse virada. Desde o último post que coloquei em prática alguns exercícios que, supostamente, ajudam os bebés a virar. Confesso que não fui muito regular nos mesmos, mas a verdade é que não surtiram efeito.

 

A versão cefálica externa foi posta de parte. Achei melhor não avançar - e agradeço a todas pela partilha de opiniões e, até, testemunhos, alguns dos quais arrepiantes de manobras não bem sucedidas, com consequências posteriores no bebé...

 

Esta semana, tenho nova consulta e nela saberei qual o dia da cesariana. Confesso que não era o cenário que gostaria, e sei também que, em alguns casos, os bebés viram quase no fim da gestação... Sei ainda que, mesmo no dia marcado para a cesariana, me farão uma eco para perceber a posição. Por isso, até pode ser que não seja necessário cesariana.

 

De todo o modo, tudo aponta para a mesma e, se for o melhor para a bebé, fico mais descansada. Da parte que me toca, hei-de recuperar com maior ou menor rapidez.

 

Já agora, aproveito para vos pedir algumas dicas sobre como recuperar rapidamente de cesarianas. Dicas infalíveis? O que melhor resultou convosco? Muito obrigada, desde já...

 

NOTAS:

Para quem perguntou acerca do creme que usei após o parto da Laura, confesso que usei um pouco de tudo. Tentei usar produtos que ajudassem na flacidez da pele, e, acima de tudo, que hidratassem bastante, para manter a pele flexível e ajudá-la a ir ao lugar.

 

Para quem perguntou também onde encontrar camisas de dormir abertas à frente, nesta gravidez encontrei na La Redoute e na Vertbaudet. A Zara Home, já com promoções, também tem modelos bonitos.

 

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16
Jun17

Mala de maternidade - o que levar? #2

Mónica Lice

Captura de ecrã - 2017-06-13, 14.52.47.png

 

Depois de vos ter revelado os itens que considero fundamentais na Mala de Maternidade do bebé, revelo agora aqueles que levo para mim.

 

Como sempre, estejam à vontade para sugerir outros que considerem indispensáveis e que eu não coloquei na lista, nos comentários. Muito obrigada, desde já!

 

Mala de maternidade para a mãe

3 ou 4 camisas de dormir, com abertura à frente (específicas ou não de amamentação).

Cuecas de incontinência ou cuecas descartáveis e pensos higiénicos com elevado poder de absorção.

Produtos de higiene. Dentro destes, destaco o hidratante, que comecei a colocar na barriga logo no dia que a Laura nasceu (ela nasceu de madrugada). Acho que a hidratação, aliada a uma boa massagem, ajudou muito a que a minha barriga voltasse ao sítio rapidamente.

Soutiens de amamentação.

Discos de amamentação.

Creme para o peito - recomendo o Purelan da Medela.

Chinelos de quarto (e outros, em plástico, para o banho).

Robe.

Lenços de papel e um elástico para o cabelo.

Os documentos, incluindo o boletim de grávida e todas as análises feitas até ao momento.

Sacos para a roupa suja.

Roupa para o regresso a casa.

 

Para além disso, conto enfiar ainda na mala, no dia, o iPad e o carregador, cabendo ao pai a tarefa de fazer as fotos e os eventuais vídeos, com tudo o que isso implica.

 

Imagem via babycenter.com.

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07
Jun17

Mala de maternidade - o que levar? #1

Mónica Lice

enxoval.jpg

Conjuntos de recém-nascido Boboli e Tuc Tuc. Body e babygrow Vertbaudet. Escova Philips Avent. Fralda Gloop. Manta Zippy. Kit para Criopreservação Bebé Vida. Guizo antigo, de família.

 

Já preparei, finalmente, a mala de maternidade. Na realidade, fiz duas, porque uma será para mim e outra para a filhota.

 

Neste âmbito, tenho a experiência da Laura e já sei o que faz realmente sentido levar e o que pode e deve ficar em casa, reservado para outra altura.

 

Curiosamente, e olhando para trás, há dois anos, quando preparei a primeira versão da mala de maternidade da Laura, enchi-a de cueiros amorosos, mas nada práticos. Lembram-se? Fui alertada por algumas de vós para o carácter pouco prático dos conjuntinhos e, em boa hora, troquei as peças por babygrows bem mais práticos e, acima de tudo, bem mais confortáveis para ela.

 

Assim, aqui fica a minha lista, tendo em conta a minha experiência no passado. Estejam à vontade para sugerir outras coisas que achem indispensáveis, nos comentários (contem com a lista da mala de maternidade para a mãe muito em breve, noutro post).

 

Mala de maternidade para o bebé

4 bodys - recomendo que sejam 100% algodão, sem etiquetas (que devem ser retiradas previamente), com manga comprida e com molas à frente, para ser mais fácil na hora de vestir e despir.

4 babygrows - também recomendo que tenham apenas molas à frente e que sejam de manga comprida. Evitem os modelos com as molas atrás, mais complicados de trocar. No meu caso, e uma vez que o parto terá lugar numa altura quente do ano, vou levar babygrows essencialmente de algodão.

1 ou 2 casaquinhos de malha - depende muito da época do ano - já que, no caso da Laura, que nasceu a meados de julho, acabei por nunca lhe vestir nenhum.

Meias, gorros e luvinhas (pessoalmente, não cheguei a usar luvas, já que optei por limar as unhas da Laura logo no hospital).

(Em vez dos babygrows, podem optar pelos conjuntinhos body e calça. Pessoalmente, prefiro a solução body + babygrow, por achar que aconchegam melhor a zona do peito.)

Fraldas pequenas - uma média de 6 por cada dia em que lá possam estar.

Fraldas de pano - 2 ou 3.

Alguns cosméticos para o ou os primeiros banhos - gel de banho/champô, creme para a muda da fralda, um creme hidratante ou óleo.

Lima de cartão para as unhas.

Compressas de tecido não tecido para a higiene - que devem ser usados com água morna.

Soro fisiológico.

Opcional: uma ou duas chuchas. Neste caso, posso-vos dizer que levei uma para a maternidade, e ainda a coloquei uma vez, mas, influenciada pelas conversas que ouvia, de que a chucha poderia influenciar na amamentação, não voltei a meter e ainda bem. Até hoje, a Laura nunca usou chucha.

1 toalha com capuz.

1 mantinha pequena.

O kit para a Criopreservação das Células Estaminais - no caso de ter feito esta opção. Cá em casas já temos o kit da BebéVida pronto a levar - cabendo ao pai não esquecer do mesmo!

 

Nota:

Para facilitar a vida, costumo guardar o conjunto para cada dia num saquinho de pano próprio para o efeito, onde coloco, inclusivamente, as fraldas para cada dia. Sacos transparentes com zip também servem na perfeição e dão para depois voltar a guardar a roupa, já suja.

 

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